segunda-feira, outubro 12, 2026

Uma carta para a criança que fui: que nunca nos falte a coragem de sonhar!

Uma reflexão sobre a infância, os sonhos que carregamos e a importância de preservar a criança que continua vivendo dentro de nós.

 Querida criança que fui,

Hoje resolvi escrever uma carta para você.

Talvez tenha demorado muitos anos para encontrar as palavras certas. A vida passou, os caminhos mudaram, algumas pessoas chegaram, outras partiram, e muitos sonhos precisaram esperar.

Mas existe algo que o tempo não conseguiu apagar: a menina cheia de sonhos, curiosidade e esperança que um dia fui.

E hoje quero agradecer a você por tudo o que me ensinou.
 Obrigada por brincar e enxergar magia nas pequenas coisas!

Obrigada por transformar dias comuns em aventuras extraordinárias.

Por acreditar que uma caixa de papelão poderia ser um castelo, que uma toalha poderia virar uma capa de super-heroína e que qualquer cantinho poderia se transformar em um universo de possibilidades.

Você não precisava de muito para ser feliz. Bastavam algumas brincadeiras, boas companhias e uma imaginação que parecia não ter fim.

Hoje compreendo que aquelas brincadeiras eram muito mais do que diversão.

Enquanto brincava, você descobria o mundo, desenvolvia sua criatividade, aprendia a conviver, experimentava sentimentos e construía lembranças que permaneceriam para sempre.

Obrigada por me ensinar que a felicidade, muitas vezes, mora nas coisas mais simples da vida. 
 Obrigada por sonhar, mesmo sem saber o que o futuro reservava!

Você sonhava tão alto!

Imaginava profissões, lugares, conquistas e uma vida cheia de possibilidades.

Talvez nem todos os seus sonhos tenham acontecido exatamente como você imaginou. Alguns mudaram de forma, outros seguiram caminhos inesperados e muitos exigiram mais tempo, coragem e persistência do que você poderia imaginar.

Mas sabe de uma coisa?

A sua capacidade de sonhar nunca foi em vão.

Foi ela que me ajudou a continuar quando os caminhos pareciam difíceis.

Foi a esperança daquela menina que me fez acreditar que ainda existiam novas oportunidades, mesmo depois das decepções.

E foi a coragem de tentar novamente que me trouxe até aqui.

Hoje, quando olho para a mulher que me tornei, reconheço um pedacinho de você em cada conquista.

 Obrigada por ser curiosa e nunca perder a vontade de aprender!

Você queria descobrir tudo!

Fazia perguntas, observava os detalhes, encantava-se com uma borboleta, uma flor, uma história ou uma simples descoberta.

Não tinha vergonha de perguntar, de experimentar e de tentar novamente quando alguma coisa não dava certo.

Talvez seja por isso que hoje eu encontre tanta beleza no universo da educação.

Como professora, vejo diariamente nos olhos dos meus estudantes aquela mesma curiosidade que um dia iluminou os meus.

Quando uma criança descobre uma palavra, aprende algo novo ou consegue superar uma dificuldade, é impossível não me emocionar.

É como se, por alguns instantes, eu reencontrasse a menina que fui.

E percebo que ensinar também é uma maneira de manter viva a nossa própria infância. 

 Obrigada por ser autêntica!

Obrigada por rir alto, por demonstrar seus sentimentos, por acreditar nas pessoas e por enxergar beleza nas pequenas coisas.

Com o passar dos anos, descobri que crescer também significa enfrentar responsabilidades, cobranças e expectativas.

Às vezes, o mundo parece exigir que sejamos fortes o tempo inteiro, que tenhamos todas as respostas e que escondamos nossas fragilidades.

Mas você me ensinou algo que não quero esquecer:

Não precisamos deixar de ser quem somos para encontrar nosso lugar no mundo.

Quero continuar preservando sua sensibilidade, sua criatividade, sua espontaneidade e sua capacidade de se encantar com a vida.

Porque amadurecer não deveria significar abandonar aquilo que temos de mais verdadeiro.

 Obrigada por nunca desistir!

Se eu pudesse voltar no tempo, gostaria de abraçar você bem apertado.

Diria que nem todos os dias seriam fáceis.

Que algumas pessoas não permaneceriam em sua vida, que haveria momentos de tristeza, que certos planos não aconteceriam como esperado e que, em algumas ocasiões, você precisaria recomeçar.

Mas também diria que seria capaz de superar muito mais do que imaginava.

Que descobriria forças onde antes enxergava medo.

Que aprenderia com os erros, encontraria novos caminhos e compreenderia que cada conquista tem seu próprio tempo.

E, principalmente, diria:

Não tenha pressa de crescer. Aproveite cada brincadeira, cada descoberta, cada amizade e cada momento da sua infância.

Você ainda não sabe, mas um dia sentirá saudade até mesmo das coisas que hoje parecem tão comuns.
 A criança que fui e a professora que me tornei

Hoje, como professora e psicopedagoga, compreendo ainda mais a importância de respeitar e valorizar a infância.

Cada criança que chega à sala de aula carrega sonhos, sentimentos, medos, curiosidades e uma maneira única de enxergar o mundo.

Por trás de cada conquista escolar existe uma criança que precisa ser ouvida, incentivada, acolhida e respeitada.

Aprender a ler e escrever é uma experiência extraordinária. Mas a infância não pode ser reduzida a resultados, avaliações e conteúdos.

As crianças também precisam brincar, imaginar, criar, fazer perguntas, construir amizades e viver experiências que façam sentido.

Precisam de tempo para descobrir quem são e do apoio de adultos que acreditem em suas possibilidades.

Porque uma educação verdadeiramente significativa não prepara apenas para o futuro. Ela também respeita o presente da criança.

E talvez essa seja uma das maiores lições que minha profissão me proporciona: enquanto ensino, também continuo aprendendo com a infância.

 Hoje, eu te digo: você conseguiu!

Querida criança que fui,

Hoje olho para trás com gratidão.

Não porque tudo tenha sido perfeito, mas porque cada experiência ajudou a construir a pessoa que sou.

Você cresceu.

Enfrentou desafios.

Aprendeu com as dificuldades.

Realizou sonhos que pareciam distantes.

E, mesmo depois de tantas mudanças, ainda conserva dentro de si aquela menina que acredita que coisas bonitas podem acontecer.

Tenho orgulho da sua coragem, da sua sensibilidade e da sua vontade de continuar.

E faço uma promessa:

Vou procurar não deixar que as responsabilidades da vida apaguem a alegria que você sempre encontrou nas pequenas coisas.

Vou continuar aprendendo, criando, acreditando e sonhando.

Porque crescer não significa deixar a infância para trás. Significa levar conosco aquilo que ela nos ensinou de mais precioso.

 Uma mensagem para você que está lendo esta carta

Agora, quero fazer um convite especial.

Pense por alguns instantes na criança que você foi.

Do que ela gostava de brincar? Quais eram seus maiores sonhos? O que fazia seus olhos brilharem?

Será que aquela criança imaginaria os caminhos que você percorreu até aqui?

Talvez você tenha realizado muitos sonhos. Talvez ainda esteja tentando concretizar alguns deles.

Talvez tenha enfrentado situações que mudaram seus planos e sua maneira de enxergar a vida.

Mas, independentemente da sua história, existe algo que merece ser preservado: a capacidade de se encantar, de aprender, de recomeçar e de acreditar em novas possibilidades.

Não permita que a pressa dos dias faça você esquecer as pequenas alegrias.

Reserve momentos para rir, brincar, criar, estar com quem ama e fazer aquilo que desperta sua felicidade.

E, quando a vida parecer pesada demais, procure lembrar daquela criança que um dia acreditou que o mundo estava cheio de possibilidades.

Talvez ela ainda tenha muito a ensinar.

 Que nunca nos falte...

A imaginação para enxergar novos caminhos.

A alegria de brincar e encontrar felicidade nas pequenas coisas.

A curiosidade para continuar aprendendo.

A sensibilidade para acolher e compreender.

E, principalmente, a coragem de sonhar, mesmo quando a vida nos desafia.

Porque a criança que fomos não desapareceu.

Ela continua vivendo em nossas lembranças, em nossos sentimentos, em nossos sonhos e na maneira como escolhemos olhar para o mundo.

Que a criança que fui, a mulher que sou e a pessoa que ainda vou me tornar continuem caminhando juntas, sempre! 

Com carinho,

Professora Giselle Farias
Pedagoga e Psicopedagoga

💬 E agora quero saber de você!

Se pudesse encontrar a criança que foi, o que diria a ela?

Agradeceria por alguma coisa? Daria um conselho? Ou simplesmente a abraçaria bem apertado?

Compartilhe sua resposta nos comentários. Sua história também pode inspirar outras pessoas a valorizarem suas próprias trajetórias.

Se esta mensagem tocou seu coração, compartilhe com alguém que também precisa se reconectar com os sonhos da infância.

Professora Giselle Farias 💌

Ser criança é... Brincar, sonhar, descobrir e ser feliz!


Dia das Crianças: uma celebração da infância, do amor e das pequenas descobertas que tornam a vida especial.

Ser criança é enxergar um mundo de possibilidades onde os adultos muitas vezes veem apenas coisas simples. É transformar uma caixa de papelão em um castelo, uma toalha em uma capa de super-herói e uma brincadeira em uma aventura inesquecível! 

A infância é uma fase repleta de descobertas, imaginação, curiosidade e aprendizado. Cada sorriso, cada pergunta e cada conquista representam pequenos passos na construção de grandes histórias.

Neste Dia das Crianças, mais do que celebrar uma data, quero fazer um convite: vamos valorizar a infância e tudo aquilo que a torna tão especial?
🦋 Brincar é coisa séria!

Você sabia que brincar é uma das formas mais importantes de aprender?

Enquanto brincam, as crianças desenvolvem a criatividade, a linguagem, a coordenação motora, a autonomia e a capacidade de conviver com outras pessoas.

Uma simples brincadeira de faz de conta pode estimular a imaginação. Um jogo de regras ensina a esperar a vez, respeitar combinados e lidar com frustrações. Uma história compartilhada desperta a curiosidade e aproxima as crianças do universo da leitura.

Brincar não é perder tempo. É viver experiências fundamentais para o desenvolvimento infantil!

💖 Toda criança tem direito a uma infância feliz!

O Dia das Crianças também é uma oportunidade para refletirmos sobre os direitos da infância.

Toda criança merece crescer em um ambiente seguro, acolhedor e cheio de oportunidades. Merece brincar, estudar, receber cuidados, expressar sentimentos e ser respeitada em suas particularidades.

Nem todas as infâncias são iguais. Por isso, família, escola e sociedade precisam trabalhar juntas para garantir proteção, inclusão e oportunidades de desenvolvimento.

Uma infância feliz não depende de presentes caros ou brinquedos sofisticados. Muitas vezes, os momentos mais especiais estão nas experiências simples: uma história antes de dormir, uma brincadeira no quintal, um passeio no parque ou um abraço apertado.

📚 A escola também é lugar de felicidade!


Como professora alfabetizadora, tenho o privilégio de acompanhar diariamente um universo de descobertas.

É emocionante observar o brilho nos olhos de uma criança quando consegue ler sua primeira palavra, resolver um desafio, escrever seu nome ou descobrir algo novo.

Mas a escola vai muito além dos conteúdos e das atividades.

É também um espaço para construir amizades, aprender a compartilhar, desenvolver a autonomia, respeitar as diferenças e descobrir que cada criança possui seu próprio jeito de aprender.

Acredito em uma educação que acolhe, incentiva, respeita os diferentes ritmos e reconhece o valor de cada conquista.

Porque ensinar também é permitir que a infância aconteça! 

🌻 O melhor presente é uma infância bem vivida!

Neste Dia das Crianças, desejo que nunca faltem motivos para sorrir, oportunidades para aprender e liberdade para imaginar.

Que as crianças tenham tempo para brincar, correr, inventar histórias, fazer perguntas e descobrir o mundo sem a pressa de crescer.

Que sejam ouvidas, respeitadas, protegidas e amadas.

E que nós, adultos, nunca nos esqueçamos de que uma infância feliz deixa lembranças que podem acompanhar uma pessoa por toda a vida.

🎈 Feliz Dia das Crianças!

Aos meus pequenos estudantes e a todas as crianças, deixo meu carinho e um desejo muito especial:

Que vocês nunca percam a curiosidade, a alegria de descobrir coisas novas e a coragem de sonhar!

Que a infância de vocês seja repleta de amor, brincadeiras, amizades, descobertas e momentos inesquecíveis.

E que cada criança tenha a oportunidade de viver plenamente essa fase tão preciosa da vida! 

Feliz Dia das Crianças! 

Com carinho,

Professora Giselle Farias 💖


💬 Vamos conversar?

Qual brincadeira marcou a sua infância? E qual lembrança você guarda com mais carinho?

Compartilhe nos comentários! Será uma alegria conhecer suas histórias e recordar como as pequenas coisas podem se transformar em grandes memórias.

Professora Giselle Farias

Pedagoga e Psicopedagoga

sábado, outubro 10, 2026

A infância não precisa ser perfeita. Precisa ser feliz!

Porque as melhores lembranças da infância não são feitas de dias perfeitos, mas de momentos simples, abraços sinceros, brincadeiras e muito amor.

Você já parou para pensar no que realmente faz uma infância ser feliz?

Será que são os brinquedos mais caros, as festas impecáveis, as roupas bonitas ou os passeios inesquecíveis?

Ou será que a felicidade mora justamente naquelas pequenas coisas que, muitas vezes, passam despercebidas na correria dos dias?

Uma tarde brincando no quintal, uma gargalhada inesperada, uma história contada antes de dormir, um abraço apertado depois de um dia difícil ou até mesmo aquela brincadeira que termina com os pés sujos e o coração cheio de alegria.

A verdade é que a infância não precisa ser perfeita para ser especial. Ela precisa ser vivida, respeitada, protegida e preenchida por experiências significativas.

E talvez essa seja uma das reflexões mais importantes que podemos fazer sobre o universo infantil.

 Criança precisa brincar, não impressionar!

Vivemos em uma sociedade que, muitas vezes, valoriza mais as aparências do que as experiências.

Nas redes sociais, encontramos festas maravilhosas, quartos impecáveis, brinquedos sofisticados e crianças sempre sorridentes.

Mas a infância real é muito diferente das fotografias cuidadosamente planejadas.

A infância real tem brinquedos espalhados pela casa, roupas manchadas de tinta, joelhos ralados, perguntas inesperadas, choros, frustrações, descobertas e muitas tentativas.

E tudo isso faz parte do desenvolvimento infantil!

Uma criança não precisa de uma rotina repleta de atividades elaboradas para aprender e ser feliz.

Ela precisa de oportunidades para explorar, imaginar, criar, experimentar e brincar livremente.

É durante as brincadeiras que desenvolve habilidades importantes, aprende a conviver com outras pessoas, exercita sua criatividade e começa a compreender o mundo ao seu redor.

Brincar não é apenas uma maneira de passar o tempo. É uma necessidade da infância e um direito de toda criança! 

 O que fica na memória não é o preço, mas o sentimento!

Quando pensamos nas lembranças mais felizes da nossa infância, dificilmente nos recordamos apenas do valor de um presente.

Muitas vezes, o que permanece são os momentos.

A comida preparada com carinho.

As brincadeiras com os amigos.

As histórias contadas pelos avós.

As tardes em família.

As risadas que pareciam não ter fim.

O colo que acolhia depois de um susto.

A sensação de estar protegido e ser amado.

Essas experiências ajudam a construir vínculos afetivos e podem se transformar em memórias preciosas.

Isso não significa que presentes, viagens ou festas não tenham valor. Eles também podem proporcionar alegria e boas recordações.

Mas nenhum presente substitui o afeto, a atenção, o respeito e a convivência.

A infância não é uma competição para descobrir quem oferece mais coisas. É uma oportunidade de oferecer presença, cuidado e amor.

 Criança feliz também chora, erra e se frustra!

Existe uma ideia equivocada de que uma infância feliz é aquela em que a criança está sorrindo o tempo inteiro.

Mas nenhuma criança é feliz o tempo todo.

Crianças sentem medo, tristeza, raiva, insegurança, ciúmes e frustração. Assim como os adultos, elas experimentam diferentes emoções.

E isso é natural!

Uma infância saudável não é aquela em que todos os desejos são atendidos ou em que os problemas nunca aparecem.

É aquela em que a criança encontra adultos disponíveis para acolher seus sentimentos, estabelecer limites respeitosos e ajudá-la a enfrentar dificuldades.

Quando uma criança chora porque perdeu uma brincadeira, por exemplo, ela não precisa necessariamente que alguém mude as regras para fazê-la vencer.

Ela precisa aprender, com apoio e paciência, que perder também faz parte da vida.

Quando comete um erro, precisa de orientação e oportunidades para tentar novamente, não de humilhação.

Quando sente tristeza, precisa ser ouvida e compreendida.

Uma infância feliz não é uma infância sem dificuldades. É uma infância em que a criança não precisa enfrentar suas dificuldades sozinha. 

 Na escola, a felicidade também faz parte da aprendizagem!

Como professora alfabetizadora e psicopedagoga, acredito que a escola precisa ser um espaço de aprendizagem, acolhimento, respeito e descobertas.

É claro que aprender a ler, escrever, contar e desenvolver conhecimentos é fundamental.

Mas precisamos lembrar que, antes de qualquer avaliação, atividade ou resultado, existe uma criança.

Uma criança com sentimentos, sonhos, curiosidades, necessidades e um ritmo próprio de desenvolvimento.

Nem todas aprenderão da mesma maneira ou no mesmo tempo.

Algumas demonstrarão facilidade em determinadas atividades, enquanto outras precisarão de intervenções, estímulos e acompanhamento mais próximo.

E isso não diminui o valor de nenhuma delas.

A aprendizagem acontece de maneira mais significativa quando a criança encontra oportunidades para participar, perguntar, experimentar, brincar e construir conhecimentos.

Uma sala de aula acolhedora não é aquela em que tudo acontece perfeitamente ou em que nunca surgem conflitos.

É aquela em que as diferenças são respeitadas, os desafios são trabalhados e cada conquista é valorizada.

Porque ensinar não é exigir uma infância perfeita. É contribuir para que cada criança tenha condições de aprender, desenvolver-se e ser feliz!

 Menos cobranças, mais infância!

Em muitos momentos, a infância parece estar sendo apressada.

As crianças precisam aprender cada vez mais cedo, participar de inúmeras atividades, apresentar bons resultados e corresponder às expectativas dos adultos.

É importante estimular o desenvolvimento, oferecer oportunidades e incentivar a autonomia.

Mas também é necessário respeitar o tempo de ser criança.

Nem todos os momentos precisam ser produtivos.

Nem toda brincadeira precisa ter um objetivo pedagógico.

Nem todo desenho precisa ficar bonito.

Nem toda atividade precisa terminar com um resultado perfeito.

Às vezes, a criança só precisa brincar porque brincar é divertido.

Precisa correr, imaginar histórias, observar uma formiga, construir algo com caixas de papelão ou simplesmente descansar.

A infância não deve ser uma preparação apressada para a vida adulta. Ela já é uma parte importante da vida e merece ser vivida plenamente.

 O que uma criança realmente precisa para ser feliz?

Não existe uma receita única para a felicidade infantil. Cada criança tem sua personalidade, sua história e suas necessidades.

Entretanto, algumas atitudes fazem uma diferença significativa:

- 💖 Amor e segurança: sentir-se protegida, respeitada e acolhida.
- 🧸 Tempo para brincar: explorar a imaginação, movimentar-se e criar livremente.
- 👨‍👩‍👧 Presença e atenção: compartilhar momentos com adultos que realmente a escutem.
- 🌻 Respeito aos sentimentos: compreender que todas as emoções merecem atenção.
- 📚 Oportunidades de aprender: descobrir o mundo sem cobranças excessivas.
- 🦋 Liberdade para ser quem é: desenvolver sua identidade e suas habilidades sem comparações constantes.
- 🌷 Limites e orientação: aprender a conviver, respeitar o próximo e lidar com frustrações.
- 🌟 Proteção e direitos garantidos: ter acesso à educação, à saúde, à alimentação, ao lazer e a um ambiente livre de violência.

Essas condições não garantem felicidade em todos os momentos, mas ajudam a construir uma infância mais segura, saudável e significativa.

💌 Uma mensagem para as famílias

Queridas famílias,

Não se cobrem por proporcionar uma infância perfeita.

Nem todos os dias serão tranquilos. Nem sempre haverá tempo para passeios, brincadeiras elaboradas ou atividades especiais.

Haverá dias de cansaço, imprevistos, dificuldades e preocupações.

Mas, sempre que possível, procurem reservar pequenos momentos de conexão com suas crianças.

Conversem.

Escutem suas histórias.

Brinquem juntos.

Demonstrem carinho.

Peçam desculpas quando errarem.

Celebrem as pequenas conquistas.

E lembrem-se de que educar não significa acertar o tempo inteiro, mas assumir a responsabilidade de cuidar, orientar, proteger e construir relações respeitosas.

Uma criança não precisa de adultos perfeitos. Precisa de adultos comprometidos com seu bem-estar, que ofereçam amor, segurança, limites e presença.

🎈 Que a infância seja lembrada pelo amor, não pela perfeição!

Quando nossas crianças crescerem, talvez não se lembrem de todos os brinquedos que ganharam, das roupas que vestiram ou das atividades que realizaram.

Mas poderão guardar na memória as pessoas que estiveram ao seu lado, as brincadeiras que viveram e os sentimentos que marcaram suas experiências.

Que se recordem dos abraços, das risadas, das amizades, das histórias e das descobertas.

Que tenham lembranças de uma infância em que puderam brincar, aprender, errar, tentar novamente e ser respeitadas.

Que nunca lhes faltem oportunidades de imaginar, explorar e sonhar.

E que nós, adultos, tenhamos sensibilidade para compreender que a infância não precisa ser impecável para ser extraordinária.

Porque, no fim das contas, a infância não precisa ser perfeita. Precisa ser feliz, respeitada, protegida e cheia de oportunidades para florescer! 🌈💕

Com carinho,

Professora Giselle Farias
Pedagoga e Psicopedagoga


💬 Vamos conversar?

Qual é a lembrança mais feliz que você guarda da sua infância?

Foi uma brincadeira, um passeio, uma pessoa especial ou um momento simples em família?

Compartilhe nos comentários! Sua lembrança pode inspirar outras famílias a perceberem que os momentos mais valiosos nem sempre são os mais elaborados.

💖 Compartilhe este texto com alguém que acredita que toda criança merece viver uma infância feliz!

Professora Giselle Farias

domingo, outubro 04, 2026

Alfabetização sem Mistério #01 - Meu filho está no 1º ano e ainda não sabe ler. Devo me preocupar?

Meu filho está no 1º ano e ainda não sabe ler. Devo me preocupar?

Essa é uma pergunta muito comum entre as famílias:

“Meu filho está no 1º ano e ainda não sabe ler. Isso é normal?”

Quando os pais percebem que outras crianças da mesma idade já estão lendo palavras, frases e até pequenos textos, a comparação quase sempre aparece.

Mas existe algo importante que precisamos entender:

aprender a ler e escrever é um processo.

As crianças não chegam ao 1º ano com exatamente os mesmos conhecimentos e não avançam todas da mesma maneira.

Por outro lado, isso não significa que devemos simplesmente esperar indefinidamente.

O mais importante é acompanhar como a criança está avançando.

🌱 Antes de perguntar “ela já sabe ler?”, observe o que ela já consegue fazer

A leitura não começa somente quando a criança consegue ler uma frase inteira.

Antes disso, várias aprendizagens estão acontecendo.

Observe se a criança:

🔤 reconhece as letras do alfabeto;

👂 percebe sons semelhantes nas palavras;

🗣️ consegue identificar palavras que começam com o mesmo som;

✏️ tenta escrever palavras espontaneamente;

📖 demonstra interesse por livros e histórias;

🔎 reconhece algumas palavras conhecidas;

🧩 consegue formar ou identificar sílabas;

💬 começa a relacionar aquilo que fala com aquilo que escreve;

📚 acompanha a leitura realizada por um adulto;

🧠 consegue conversar sobre uma história que ouviu.

Essas pequenas conquistas ajudam a mostrar como a criança está construindo conhecimentos importantes para a alfabetização.

📖 “Mas os colegas já estão lendo…”

Comparar crianças costuma gerar mais ansiedade do que informação.

Imagine duas crianças da mesma turma.

Uma já consegue ler pequenas frases.

A outra ainda está tentando compreender como os sons das palavras se relacionam com as letras.

As duas podem estar aprendendo, mas encontram-se em momentos diferentes do processo.

Por isso, uma pergunta mais útil do que:

“Por que meu filho ainda não lê?”

é:

“O que meu filho já aprendeu e qual é o próximo passo que ele precisa alcançar?”

Essa mudança de olhar é muito importante.

🚨 Quando precisamos prestar mais atenção?

Não devemos transformar qualquer dificuldade em um problema, mas também não devemos ignorar dificuldades persistentes.

É importante conversar com a professora e acompanhar mais de perto quando a criança apresenta, de forma persistente, várias dificuldades, como:

• pouco avanço ao longo dos meses;

• grande dificuldade para reconhecer letras já trabalhadas frequentemente;

• dificuldade para relacionar letras e sons;

• muita dificuldade para perceber ou manipular sons das palavras;

• resistência intensa diante de atividades de leitura e escrita;

• dificuldade para compreender orientações simples;

• dificuldade muito maior que a apresentada anteriormente ou esperada diante das oportunidades de aprendizagem que recebeu.

Nenhum desses sinais, isoladamente, determina que exista um transtorno de aprendizagem.

Eles indicam que precisamos observar, registrar, intervir e acompanhar a evolução da criança.

Quando necessário, a escola e a família podem buscar avaliação de profissionais especializados.

🏠 O que a família pode fazer em casa?

A família não precisa transformar a casa em uma segunda escola.

Pequenos momentos cotidianos podem contribuir bastante.

Experimente:

📚 ler uma história antes de dormir;

🛒 pedir que a criança encontre produtos conhecidos no supermercado;

🔤 brincar de descobrir palavras que começam com determinado som;

🎵 cantar músicas e brincar com rimas;

📝 escrever juntos uma pequena lista de compras;

🏷️ observar palavras presentes em placas, embalagens e objetos;

📖 deixar livros ao alcance da criança;

💬 conversar sobre as histórias lidas.

São experiências simples, mas que aproximam a leitura e a escrita da vida real.

❌ O que evitar?

Algumas atitudes podem tornar a aprendizagem mais difícil.

Evite:

❌ comparar a criança com irmãos ou colegas;

❌ exigir que leia textos muito acima do que consegue naquele momento;

❌ responder imediatamente sempre que ela apresentar dificuldade;

❌ corrigir cada tentativa antes que ela consiga pensar;

❌ transformar toda leitura em cobrança;

❌ utilizar frases como “você já deveria saber isso”.

A criança precisa ser desafiada, mas o desafio precisa estar próximo daquilo que ela consegue realizar com orientação.

✏️ O erro também fornece informações

Quando uma criança escreve uma palavra de maneira diferente da escrita convencional, aquela produção pode revelar muito sobre o que ela está pensando.

Por exemplo, suas tentativas podem mostrar que ela já percebe algumas relações entre os sons da fala e as letras utilizadas para representá-los.

Por isso, em vez de olhar somente para “certo ou errado”, professores e famílias também precisam perguntar:

“O que essa tentativa mostra que a criança já compreendeu?”

É a partir dessa informação que conseguimos pensar nas próximas intervenções.

💡 Então, devo me preocupar?

Se seu filho está no 1º ano e ainda não lê convencionalmente, essa informação, sozinha, não é suficiente para concluir que exista uma dificuldade de aprendizagem.

Precisamos olhar para o conjunto.

Ele está avançando?

O que já consegue fazer sozinho?

Quais dificuldades continuam aparecendo?

As intervenções realizadas estão produzindo resultados?

A frequência escolar está adequada?

Como ele responde quando recebe ajuda?

Mais importante do que comparar a criança com outra é acompanhar sua evolução e garantir que ela esteja recebendo oportunidades adequadas para aprender.

Alfabetização não deve ser uma corrida.

Mas também não deve ser um processo sem acompanhamento.

Observar, ensinar, intervir e acompanhar.

Esse equilíbrio faz diferença.



📌 No próximo Alfabetização sem Mistério:

Como saber em qual hipótese de escrita a criança está?

Vamos conversar sobre as hipóteses pré-silábica, silábica, silábico-alfabética e alfabética, com exemplos simples para pais e professores entenderem melhor o processo de construção da escrita.

Professora Giselle Farias
Pedagoga e Psicopedagoga
@professoragisellefarias

domingo, setembro 13, 2026

Jogo das Onomatopeias: uma brincadeira para aprender com os sons!

Olá, famílias e estudantes! 

PLOFT! BOOM! TIC-TAC! DIM-DOM! ZZZ...

Você consegue descobrir o que está acontecendo apenas pelo som?

As crianças costumam se divertir muito imitando sons. Um relógio, uma campainha, uma queda, um beijo, uma gargalhada...

Esses sons também fazem parte das histórias e das brincadeiras!

Por isso, hoje quero apresentar uma atividade que transforma essa curiosidade em uma oportunidade de aprendizagem: o Jogo das Onomatopeias. 

🧩 Como funciona?

O jogo apresenta 24 cards:

🖼️ 12 imagens
💬 12 onomatopeias

A proposta é simples:

A criança observa a imagem, pensa no som que aquela situação representa e procura a palavra correspondente.

Por exemplo:

⏰ Relógio → TIC-TAC!
🔔 Campainha → DIM-DOM!
🔨 Martelo → TOC! TOC!
😴 Pessoa dormindo → ZZZ...
😂 Gargalhada → KAKAKAKA!

E é claro que a criança pode fazer o som também! 😄🔊

🗣️ Vamos brincar de fazer os sons?

Uma das maneiras mais divertidas de utilizar o material é mostrar uma imagem e perguntar:

“Que som essa cena faz?”

Deixe a criança pensar, responder e imitar.

Não existe necessidade de transformar o momento em uma atividade formal.

A própria brincadeira pode criar oportunidades para conversar, observar, imaginar e desenvolver a linguagem.

🎭 E que tal inventar uma história?

Depois de encontrar o par, escolha uma das imagens e peça para a criança inventar uma pequena cena.

Por exemplo:

“Era uma vez uma criança que estava caminhando quando...”

A criança pode continuar a história e utilizar a onomatopeia durante a narrativa.

Assim, uma simples associação entre imagem e palavra pode se transformar em uma atividade de oralidade, criatividade e imaginação.

🧠 O que a criança desenvolve?

Brincadeiras como essa podem favorecer diferentes habilidades:

👀 Observação — perceber detalhes das imagens.
🧠 Atenção e associação — relacionar cena e som.
🔊 Percepção sonora — reconhecer diferentes sons.
🗣️ Oralidade — falar e reproduzir sons.
📚 Vocabulário — conhecer e utilizar novas palavras.
🎭 Expressão e criatividade — criar situações e pequenas histórias.

Além disso, o contato com onomatopeias aproxima a criança de um recurso muito presente nas histórias em quadrinhos.

 Uma atividade, várias possibilidades!

Você pode utilizar o jogo para:

🎯 encontrar os pares;
🧠 brincar de memória;
🗣️ imitar os sons;
🎭 criar cenas;
📖 inventar histórias;
💬 conversar sobre as imagens.

O mais interessante é que a mesma atividade pode ser adaptada de acordo com a idade e o nível de desenvolvimento da criança.

 Conheça o Jogo das Onomatopeias

Um material digital pensado para transformar sons, imagens e palavras em uma divertida experiência de aprendizagem.

Você ouve. Observa. Pensa. Descobre o som! 

🛒 Para adquirir, acesse a Loja Pedagógiccos pelo link abaixo:


Agora é só preparar as cartas e deixar a brincadeira começar!

PLOFT! 💥 TIC-TAC! ⏰ ZZZ... 😴 DIM-DOM! 🔔

Professora Giselle

terça-feira, setembro 08, 2026

Clube das Continhas: praticando Matemática de um jeito mais divertido

Olá, famílias e estudantes! 

Que tal transformar aquele momento de praticar Matemática em uma atividade mais leve e divertida?

Para as crianças do 1º e 2º ano, a prática das operações é muito importante. Afinal, quanto mais oportunidades elas têm de resolver situações matemáticas, desenvolver estratégias e compreender os números, mais confiança podem adquirir para avançar em suas aprendizagens.

Porém, praticar não precisa significar simplesmente preencher páginas e páginas de contas.

 Conheça o Clube das Continhas!


Pensando nisso, preparei o Clube das Continhas, um material digital criado para tornar a prática da Matemática mais visual, lúdica e interessante.

A proposta é trabalhar:

➕ adição;
➖ subtração;
✖️ multiplicação simples;
➗ divisão simples.

Tudo pensado para a faixa etária e apresentado com uma linguagem próxima da criança.

E sabe quem acompanha essa aventura?

🐻 O Tico!

Nosso mascote participa das atividades e transforma cada continha em uma pequena missão.

Assim, a criança pode perceber que a Matemática não precisa ser apenas uma obrigação. Ela também pode envolver desafios, descobertas e diversão!

👨‍👩‍👧‍👦 Para usar em casa

O material também pode ser uma opção para as famílias que desejam criar uma rotina de estudos em casa.

Uma sugestão é separar alguns minutos do dia para realizar uma ou duas atividades, sempre respeitando o ritmo da criança.

Durante esse momento, você pode perguntar:

💭 “Como você descobriu a resposta?”
💭 “Existe outro jeito de resolver?”
💭 “Você consegue explicar como pensou?”

Mais importante do que apenas chegar ao resultado é incentivar a criança a pensar sobre a Matemática.

🏫 E na sala de aula?

Professores também podem utilizar o material como:

📌 atividade de fixação;
📌 revisão de conteúdos;
📌 tarefa complementar;
📌 atividade para pequenos grupos;
📌 momento de reforço;
📌 prática individual;
📌 proposta para alunos que precisam de mais oportunidades de treino.

 Quer conhecer o material?

O Clube das Continhas é um material digital para imprimir e utilizar em casa ou na sala de aula.

Uma maneira simples de acrescentar mais ludicidade à rotina de aprendizagem da Matemática. 

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Porque aprender Matemática pode ser sério, mas não precisa ser sem graça! 

sábado, setembro 05, 2026

Independência do Brasil para crianças: aprendendo História de forma simples e divertida 🇧🇷

Trabalhar a Independência do Brasil nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental é uma oportunidade para apresentar às crianças acontecimentos importantes da nossa história de maneira simples, contextualizada e significativa.

Mais do que ensinar que a Independência aconteceu em 7 de setembro de 1822, é importante ajudar os estudantes a compreenderem, respeitando a faixa etária, o que aconteceu antes dessa data e por que esse momento se tornou tão importante para a História do Brasil.
🇵🇹 Antes da Independência

Durante muitos anos, o Brasil esteve sob o domínio de Portugal. Isso significava que grande parte das decisões relacionadas ao território brasileiro estava ligada ao governo português.

Com o passar do tempo, as relações entre Brasil e Portugal passaram por diversas mudanças e conflitos de interesses. Esse contexto ajuda as crianças a entenderem que a Independência não aconteceu simplesmente de um dia para o outro.


👑 O Dia do Fico

Um dos acontecimentos que antecederam a Independência foi o chamado Dia do Fico, em 9 de janeiro de 1822.

Naquele momento, Dom Pedro decidiu permanecer no Brasil, contrariando as determinações para que retornasse a Portugal. Esse episódio tornou-se um dos marcos do processo que levaria à separação política entre Brasil e Portugal.
🐎 7 de setembro de 1822

Meses depois, em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, Dom Pedro proclamou a Independência.

Esse episódio ficou tradicionalmente associado à expressão:

“Independência ou Morte!”

A partir daquele processo, o Brasil deixou de estar politicamente subordinado a Portugal e iniciou uma nova etapa de sua história como país independente.

💡 Como explicar a Independência para crianças?

Nos Anos Iniciais, recursos visuais podem contribuir bastante para a aprendizagem.

Histórias ilustradas, sequências de imagens, linhas do tempo, rodas de conversa, desenhos e atividades lúdicas ajudam a transformar um conteúdo que pode parecer distante da realidade das crianças em algo mais compreensível.

Uma possibilidade é organizar o conteúdo em uma pequena sequência:

🇧🇷 Brasil e Portugal antes da Independência
🇵🇹 As decisões e interesses portugueses
👑 O Dia do Fico
🐎 Dom Pedro e os acontecimentos de 7 de setembro
📜 A Independência do Brasil
💚 O que podemos aprender com a nossa história

Depois da leitura, o professor pode perguntar:

“Se você pudesse conversar com uma criança que viveu em 1822, o que gostaria de perguntar a ela?”

A pergunta pode gerar uma ótima roda de conversa e ainda servir como ponto de partida para uma produção escrita ou desenho.

💚 Conhecer o passado para compreender o presente

Ensinar História não deve se limitar à memorização de nomes e datas.

Desde os primeiros anos escolares, podemos incentivar as crianças a perceberem que os acontecimentos históricos possuem causas, consequências e diferentes personagens.

Ao estudar a Independência do Brasil, também abrimos espaço para conversar sobre cidadania, respeito, participação social e construção coletiva do nosso país.

Porque conhecer o passado é uma das maneiras de compreender melhor o presente e pensar sobre o futuro. 🇧🇷✨

Professora Giselle Farias
@professoragisellefarias

terça-feira, agosto 11, 2026

APRENDA SOBRE A REPRODUÇÃO DOS ANIMAIS MONTANDO SUA PRÓPRIA MAQUETE!

Aprender Ciências pode ser muito mais divertido quando podemos colocar a mão na massa! 
Você já parou para pensar que os animais não nascem todos da mesma maneira?
Alguns se desenvolvem em ovos, outros se desenvolvem dentro do corpo da mãe e existem aqueles em que os ovos permanecem dentro do corpo materno até a eclosão.
É justamente isso que o CIÊNCIA EM POP-UP® — Tipos de Reprodução dos Animais ajuda a compreender.
 O QUE SÃO ANIMAIS OVÍPAROS?

Os ovíparos são animais cujo desenvolvimento ocorre em ovos.
Durante a atividade, você poderá conhecer diferentes exemplos e observar como esse tipo de reprodução acontece.

E OS VIVÍPAROS?

Nos vivíparos, o filhote se desenvolve dentro do corpo da mãe.
Os mamíferos são exemplos bastante conhecidos desse grupo.

E OS OVOVIVÍPAROS?

Nos ovovivíparos, os ovos permanecem dentro do corpo da mãe até a eclosão.
Esse grupo é uma ótima oportunidade para descobrir que existem diferentes estratégias de reprodução no mundo animal.

✂️ AGORA É HORA DE CONSTRUIR!
O CIÊNCIA EM POP-UP® apresenta três maquetes interativas para você montar.
Você poderá:
✂️ Recortar as peças;
📐 Dobrar;
🧴 Colar;
🎨 Observar as ilustrações;
🧠 Aprender os conceitos;
🐾 Conhecer exemplos de animais.
E não precisa de materiais complicados.
É só imprimir, recortar, dobrar e colar!

DESAFIO: VOCÊ CONSEGUE CLASSIFICAR?

Depois de montar suas maquetes, tente classificar alguns animais.
Por exemplo:
🐔 Galinha
🐶 Cachorro
🐢 Tartaruga
🐄 Vaca
🐍 Cobra
🦈 Alguns tubarões
Você consegue descobrir em qual grupo cada um deve ficar?
💡 Dica: observe como acontece o desenvolvimento do filhote.

🧠 APRENDER FAZENDO

Quando você constrói sua própria maquete, não está apenas fazendo uma atividade de recorte e colagem.
Você está tendo a oportunidade de visualizar o conteúdo e organizar as informações.
Depois de terminar, tente explicar para alguém da sua família:
👉 O que são ovíparos?
👉 O que são vivíparos?
👉 O que são ovovivíparos?
👉 Qual é a diferença entre eles?
Se você consegue explicar com suas próprias palavras, está demonstrando que compreendeu o conteúdo! 

💚 UMA EXPERIÊNCIA DE CIÊNCIAS PARA APRENDER E SE DIVERTIR
O CIÊNCIA EM POP-UP® — Tipos de Reprodução dos Animais é uma proposta para tornar o aprendizado mais visual, interativo e divertido.
É indicado especialmente para atividades de Ciências nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, podendo também ser utilizado como recurso de revisão ou projeto.
📚 Você recebe:
✔️ 3 maquetes interativas
✔️ Peças para montagem
✔️ Ilustrações coloridas
✔️ Textos explicativos
✔️ Exemplos de animais
✔️ Atividade de classificação
✔️ PDF pronto para imprimir
Agora é só preparar a tesoura, a cola e começar a sua experiência científica! 

🛒 COMO ADQUIRIR

Loja Pedagógiccos na EducaMarket:


Disponível também no link da bio e nos destaques do Instagram, no canal no Telegram e no Instagram.

 Ciência fica ainda mais interessante quando podemos aprender construindo!

Professora Giselle Farias