domingo, outubro 04, 2026

Alfabetização sem Mistério #01 - Meu filho está no 1º ano e ainda não sabe ler. Devo me preocupar?

Meu filho está no 1º ano e ainda não sabe ler. Devo me preocupar?

Essa é uma pergunta muito comum entre as famílias:

“Meu filho está no 1º ano e ainda não sabe ler. Isso é normal?”

Quando os pais percebem que outras crianças da mesma idade já estão lendo palavras, frases e até pequenos textos, a comparação quase sempre aparece.

Mas existe algo importante que precisamos entender:

aprender a ler e escrever é um processo.

As crianças não chegam ao 1º ano com exatamente os mesmos conhecimentos e não avançam todas da mesma maneira.

Por outro lado, isso não significa que devemos simplesmente esperar indefinidamente.

O mais importante é acompanhar como a criança está avançando.

🌱 Antes de perguntar “ela já sabe ler?”, observe o que ela já consegue fazer

A leitura não começa somente quando a criança consegue ler uma frase inteira.

Antes disso, várias aprendizagens estão acontecendo.

Observe se a criança:

🔤 reconhece as letras do alfabeto;

👂 percebe sons semelhantes nas palavras;

🗣️ consegue identificar palavras que começam com o mesmo som;

✏️ tenta escrever palavras espontaneamente;

📖 demonstra interesse por livros e histórias;

🔎 reconhece algumas palavras conhecidas;

🧩 consegue formar ou identificar sílabas;

💬 começa a relacionar aquilo que fala com aquilo que escreve;

📚 acompanha a leitura realizada por um adulto;

🧠 consegue conversar sobre uma história que ouviu.

Essas pequenas conquistas ajudam a mostrar como a criança está construindo conhecimentos importantes para a alfabetização.

📖 “Mas os colegas já estão lendo…”

Comparar crianças costuma gerar mais ansiedade do que informação.

Imagine duas crianças da mesma turma.

Uma já consegue ler pequenas frases.

A outra ainda está tentando compreender como os sons das palavras se relacionam com as letras.

As duas podem estar aprendendo, mas encontram-se em momentos diferentes do processo.

Por isso, uma pergunta mais útil do que:

“Por que meu filho ainda não lê?”

é:

“O que meu filho já aprendeu e qual é o próximo passo que ele precisa alcançar?”

Essa mudança de olhar é muito importante.

🚨 Quando precisamos prestar mais atenção?

Não devemos transformar qualquer dificuldade em um problema, mas também não devemos ignorar dificuldades persistentes.

É importante conversar com a professora e acompanhar mais de perto quando a criança apresenta, de forma persistente, várias dificuldades, como:

• pouco avanço ao longo dos meses;

• grande dificuldade para reconhecer letras já trabalhadas frequentemente;

• dificuldade para relacionar letras e sons;

• muita dificuldade para perceber ou manipular sons das palavras;

• resistência intensa diante de atividades de leitura e escrita;

• dificuldade para compreender orientações simples;

• dificuldade muito maior que a apresentada anteriormente ou esperada diante das oportunidades de aprendizagem que recebeu.

Nenhum desses sinais, isoladamente, determina que exista um transtorno de aprendizagem.

Eles indicam que precisamos observar, registrar, intervir e acompanhar a evolução da criança.

Quando necessário, a escola e a família podem buscar avaliação de profissionais especializados.

🏠 O que a família pode fazer em casa?

A família não precisa transformar a casa em uma segunda escola.

Pequenos momentos cotidianos podem contribuir bastante.

Experimente:

📚 ler uma história antes de dormir;

🛒 pedir que a criança encontre produtos conhecidos no supermercado;

🔤 brincar de descobrir palavras que começam com determinado som;

🎵 cantar músicas e brincar com rimas;

📝 escrever juntos uma pequena lista de compras;

🏷️ observar palavras presentes em placas, embalagens e objetos;

📖 deixar livros ao alcance da criança;

💬 conversar sobre as histórias lidas.

São experiências simples, mas que aproximam a leitura e a escrita da vida real.

❌ O que evitar?

Algumas atitudes podem tornar a aprendizagem mais difícil.

Evite:

❌ comparar a criança com irmãos ou colegas;

❌ exigir que leia textos muito acima do que consegue naquele momento;

❌ responder imediatamente sempre que ela apresentar dificuldade;

❌ corrigir cada tentativa antes que ela consiga pensar;

❌ transformar toda leitura em cobrança;

❌ utilizar frases como “você já deveria saber isso”.

A criança precisa ser desafiada, mas o desafio precisa estar próximo daquilo que ela consegue realizar com orientação.

✏️ O erro também fornece informações

Quando uma criança escreve uma palavra de maneira diferente da escrita convencional, aquela produção pode revelar muito sobre o que ela está pensando.

Por exemplo, suas tentativas podem mostrar que ela já percebe algumas relações entre os sons da fala e as letras utilizadas para representá-los.

Por isso, em vez de olhar somente para “certo ou errado”, professores e famílias também precisam perguntar:

“O que essa tentativa mostra que a criança já compreendeu?”

É a partir dessa informação que conseguimos pensar nas próximas intervenções.

💡 Então, devo me preocupar?

Se seu filho está no 1º ano e ainda não lê convencionalmente, essa informação, sozinha, não é suficiente para concluir que exista uma dificuldade de aprendizagem.

Precisamos olhar para o conjunto.

Ele está avançando?

O que já consegue fazer sozinho?

Quais dificuldades continuam aparecendo?

As intervenções realizadas estão produzindo resultados?

A frequência escolar está adequada?

Como ele responde quando recebe ajuda?

Mais importante do que comparar a criança com outra é acompanhar sua evolução e garantir que ela esteja recebendo oportunidades adequadas para aprender.

Alfabetização não deve ser uma corrida.

Mas também não deve ser um processo sem acompanhamento.

Observar, ensinar, intervir e acompanhar.

Esse equilíbrio faz diferença.



📌 No próximo Alfabetização sem Mistério:

Como saber em qual hipótese de escrita a criança está?

Vamos conversar sobre as hipóteses pré-silábica, silábica, silábico-alfabética e alfabética, com exemplos simples para pais e professores entenderem melhor o processo de construção da escrita.

Professora Giselle Farias
Pedagoga e Psicopedagoga
@professoragisellefarias

domingo, setembro 13, 2026

Jogo das Onomatopeias: uma brincadeira para aprender com os sons!

Olá, famílias e estudantes! 

PLOFT! BOOM! TIC-TAC! DIM-DOM! ZZZ...

Você consegue descobrir o que está acontecendo apenas pelo som?

As crianças costumam se divertir muito imitando sons. Um relógio, uma campainha, uma queda, um beijo, uma gargalhada...

Esses sons também fazem parte das histórias e das brincadeiras!

Por isso, hoje quero apresentar uma atividade que transforma essa curiosidade em uma oportunidade de aprendizagem: o Jogo das Onomatopeias. 

🧩 Como funciona?

O jogo apresenta 24 cards:

🖼️ 12 imagens
💬 12 onomatopeias

A proposta é simples:

A criança observa a imagem, pensa no som que aquela situação representa e procura a palavra correspondente.

Por exemplo:

⏰ Relógio → TIC-TAC!
🔔 Campainha → DIM-DOM!
🔨 Martelo → TOC! TOC!
😴 Pessoa dormindo → ZZZ...
😂 Gargalhada → KAKAKAKA!

E é claro que a criança pode fazer o som também! 😄🔊

🗣️ Vamos brincar de fazer os sons?

Uma das maneiras mais divertidas de utilizar o material é mostrar uma imagem e perguntar:

“Que som essa cena faz?”

Deixe a criança pensar, responder e imitar.

Não existe necessidade de transformar o momento em uma atividade formal.

A própria brincadeira pode criar oportunidades para conversar, observar, imaginar e desenvolver a linguagem.

🎭 E que tal inventar uma história?

Depois de encontrar o par, escolha uma das imagens e peça para a criança inventar uma pequena cena.

Por exemplo:

“Era uma vez uma criança que estava caminhando quando...”

A criança pode continuar a história e utilizar a onomatopeia durante a narrativa.

Assim, uma simples associação entre imagem e palavra pode se transformar em uma atividade de oralidade, criatividade e imaginação.

🧠 O que a criança desenvolve?

Brincadeiras como essa podem favorecer diferentes habilidades:

👀 Observação — perceber detalhes das imagens.
🧠 Atenção e associação — relacionar cena e som.
🔊 Percepção sonora — reconhecer diferentes sons.
🗣️ Oralidade — falar e reproduzir sons.
📚 Vocabulário — conhecer e utilizar novas palavras.
🎭 Expressão e criatividade — criar situações e pequenas histórias.

Além disso, o contato com onomatopeias aproxima a criança de um recurso muito presente nas histórias em quadrinhos.

 Uma atividade, várias possibilidades!

Você pode utilizar o jogo para:

🎯 encontrar os pares;
🧠 brincar de memória;
🗣️ imitar os sons;
🎭 criar cenas;
📖 inventar histórias;
💬 conversar sobre as imagens.

O mais interessante é que a mesma atividade pode ser adaptada de acordo com a idade e o nível de desenvolvimento da criança.

 Conheça o Jogo das Onomatopeias

Um material digital pensado para transformar sons, imagens e palavras em uma divertida experiência de aprendizagem.

Você ouve. Observa. Pensa. Descobre o som! 

🛒 Para adquirir, acesse a Loja Pedagógiccos pelo link abaixo:


Agora é só preparar as cartas e deixar a brincadeira começar!

PLOFT! 💥 TIC-TAC! ⏰ ZZZ... 😴 DIM-DOM! 🔔

Professora Giselle

terça-feira, setembro 08, 2026

Clube das Continhas: praticando Matemática de um jeito mais divertido

Olá, famílias e estudantes! 

Que tal transformar aquele momento de praticar Matemática em uma atividade mais leve e divertida?

Para as crianças do 1º e 2º ano, a prática das operações é muito importante. Afinal, quanto mais oportunidades elas têm de resolver situações matemáticas, desenvolver estratégias e compreender os números, mais confiança podem adquirir para avançar em suas aprendizagens.

Porém, praticar não precisa significar simplesmente preencher páginas e páginas de contas.

 Conheça o Clube das Continhas!


Pensando nisso, preparei o Clube das Continhas, um material digital criado para tornar a prática da Matemática mais visual, lúdica e interessante.

A proposta é trabalhar:

➕ adição;
➖ subtração;
✖️ multiplicação simples;
➗ divisão simples.

Tudo pensado para a faixa etária e apresentado com uma linguagem próxima da criança.

E sabe quem acompanha essa aventura?

🐻 O Tico!

Nosso mascote participa das atividades e transforma cada continha em uma pequena missão.

Assim, a criança pode perceber que a Matemática não precisa ser apenas uma obrigação. Ela também pode envolver desafios, descobertas e diversão!

👨‍👩‍👧‍👦 Para usar em casa

O material também pode ser uma opção para as famílias que desejam criar uma rotina de estudos em casa.

Uma sugestão é separar alguns minutos do dia para realizar uma ou duas atividades, sempre respeitando o ritmo da criança.

Durante esse momento, você pode perguntar:

💭 “Como você descobriu a resposta?”
💭 “Existe outro jeito de resolver?”
💭 “Você consegue explicar como pensou?”

Mais importante do que apenas chegar ao resultado é incentivar a criança a pensar sobre a Matemática.

🏫 E na sala de aula?

Professores também podem utilizar o material como:

📌 atividade de fixação;
📌 revisão de conteúdos;
📌 tarefa complementar;
📌 atividade para pequenos grupos;
📌 momento de reforço;
📌 prática individual;
📌 proposta para alunos que precisam de mais oportunidades de treino.

 Quer conhecer o material?

O Clube das Continhas é um material digital para imprimir e utilizar em casa ou na sala de aula.

Uma maneira simples de acrescentar mais ludicidade à rotina de aprendizagem da Matemática. 

🛒 Para adquirir, acesse a Loja Pedagógiccos pelo link abaixo:


Porque aprender Matemática pode ser sério, mas não precisa ser sem graça! 

sábado, setembro 05, 2026

Independência do Brasil para crianças: aprendendo História de forma simples e divertida 🇧🇷

Trabalhar a Independência do Brasil nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental é uma oportunidade para apresentar às crianças acontecimentos importantes da nossa história de maneira simples, contextualizada e significativa.

Mais do que ensinar que a Independência aconteceu em 7 de setembro de 1822, é importante ajudar os estudantes a compreenderem, respeitando a faixa etária, o que aconteceu antes dessa data e por que esse momento se tornou tão importante para a História do Brasil.
🇵🇹 Antes da Independência

Durante muitos anos, o Brasil esteve sob o domínio de Portugal. Isso significava que grande parte das decisões relacionadas ao território brasileiro estava ligada ao governo português.

Com o passar do tempo, as relações entre Brasil e Portugal passaram por diversas mudanças e conflitos de interesses. Esse contexto ajuda as crianças a entenderem que a Independência não aconteceu simplesmente de um dia para o outro.


👑 O Dia do Fico

Um dos acontecimentos que antecederam a Independência foi o chamado Dia do Fico, em 9 de janeiro de 1822.

Naquele momento, Dom Pedro decidiu permanecer no Brasil, contrariando as determinações para que retornasse a Portugal. Esse episódio tornou-se um dos marcos do processo que levaria à separação política entre Brasil e Portugal.
🐎 7 de setembro de 1822

Meses depois, em 7 de setembro de 1822, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, Dom Pedro proclamou a Independência.

Esse episódio ficou tradicionalmente associado à expressão:

“Independência ou Morte!”

A partir daquele processo, o Brasil deixou de estar politicamente subordinado a Portugal e iniciou uma nova etapa de sua história como país independente.

💡 Como explicar a Independência para crianças?

Nos Anos Iniciais, recursos visuais podem contribuir bastante para a aprendizagem.

Histórias ilustradas, sequências de imagens, linhas do tempo, rodas de conversa, desenhos e atividades lúdicas ajudam a transformar um conteúdo que pode parecer distante da realidade das crianças em algo mais compreensível.

Uma possibilidade é organizar o conteúdo em uma pequena sequência:

🇧🇷 Brasil e Portugal antes da Independência
🇵🇹 As decisões e interesses portugueses
👑 O Dia do Fico
🐎 Dom Pedro e os acontecimentos de 7 de setembro
📜 A Independência do Brasil
💚 O que podemos aprender com a nossa história

Depois da leitura, o professor pode perguntar:

“Se você pudesse conversar com uma criança que viveu em 1822, o que gostaria de perguntar a ela?”

A pergunta pode gerar uma ótima roda de conversa e ainda servir como ponto de partida para uma produção escrita ou desenho.

💚 Conhecer o passado para compreender o presente

Ensinar História não deve se limitar à memorização de nomes e datas.

Desde os primeiros anos escolares, podemos incentivar as crianças a perceberem que os acontecimentos históricos possuem causas, consequências e diferentes personagens.

Ao estudar a Independência do Brasil, também abrimos espaço para conversar sobre cidadania, respeito, participação social e construção coletiva do nosso país.

Porque conhecer o passado é uma das maneiras de compreender melhor o presente e pensar sobre o futuro. 🇧🇷✨

Professora Giselle Farias
@professoragisellefarias

terça-feira, agosto 11, 2026

APRENDA SOBRE A REPRODUÇÃO DOS ANIMAIS MONTANDO SUA PRÓPRIA MAQUETE!

Aprender Ciências pode ser muito mais divertido quando podemos colocar a mão na massa! 
Você já parou para pensar que os animais não nascem todos da mesma maneira?
Alguns se desenvolvem em ovos, outros se desenvolvem dentro do corpo da mãe e existem aqueles em que os ovos permanecem dentro do corpo materno até a eclosão.
É justamente isso que o CIÊNCIA EM POP-UP® — Tipos de Reprodução dos Animais ajuda a compreender.
 O QUE SÃO ANIMAIS OVÍPAROS?

Os ovíparos são animais cujo desenvolvimento ocorre em ovos.
Durante a atividade, você poderá conhecer diferentes exemplos e observar como esse tipo de reprodução acontece.

E OS VIVÍPAROS?

Nos vivíparos, o filhote se desenvolve dentro do corpo da mãe.
Os mamíferos são exemplos bastante conhecidos desse grupo.

E OS OVOVIVÍPAROS?

Nos ovovivíparos, os ovos permanecem dentro do corpo da mãe até a eclosão.
Esse grupo é uma ótima oportunidade para descobrir que existem diferentes estratégias de reprodução no mundo animal.

✂️ AGORA É HORA DE CONSTRUIR!
O CIÊNCIA EM POP-UP® apresenta três maquetes interativas para você montar.
Você poderá:
✂️ Recortar as peças;
📐 Dobrar;
🧴 Colar;
🎨 Observar as ilustrações;
🧠 Aprender os conceitos;
🐾 Conhecer exemplos de animais.
E não precisa de materiais complicados.
É só imprimir, recortar, dobrar e colar!

DESAFIO: VOCÊ CONSEGUE CLASSIFICAR?

Depois de montar suas maquetes, tente classificar alguns animais.
Por exemplo:
🐔 Galinha
🐶 Cachorro
🐢 Tartaruga
🐄 Vaca
🐍 Cobra
🦈 Alguns tubarões
Você consegue descobrir em qual grupo cada um deve ficar?
💡 Dica: observe como acontece o desenvolvimento do filhote.

🧠 APRENDER FAZENDO

Quando você constrói sua própria maquete, não está apenas fazendo uma atividade de recorte e colagem.
Você está tendo a oportunidade de visualizar o conteúdo e organizar as informações.
Depois de terminar, tente explicar para alguém da sua família:
👉 O que são ovíparos?
👉 O que são vivíparos?
👉 O que são ovovivíparos?
👉 Qual é a diferença entre eles?
Se você consegue explicar com suas próprias palavras, está demonstrando que compreendeu o conteúdo! 

💚 UMA EXPERIÊNCIA DE CIÊNCIAS PARA APRENDER E SE DIVERTIR
O CIÊNCIA EM POP-UP® — Tipos de Reprodução dos Animais é uma proposta para tornar o aprendizado mais visual, interativo e divertido.
É indicado especialmente para atividades de Ciências nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, podendo também ser utilizado como recurso de revisão ou projeto.
📚 Você recebe:
✔️ 3 maquetes interativas
✔️ Peças para montagem
✔️ Ilustrações coloridas
✔️ Textos explicativos
✔️ Exemplos de animais
✔️ Atividade de classificação
✔️ PDF pronto para imprimir
Agora é só preparar a tesoura, a cola e começar a sua experiência científica! 

🛒 COMO ADQUIRIR

Loja Pedagógiccos na EducaMarket:


Disponível também no link da bio e nos destaques do Instagram, no canal no Telegram e no Instagram.

 Ciência fica ainda mais interessante quando podemos aprender construindo!

Professora Giselle Farias

segunda-feira, agosto 10, 2026

CAÇA-MULTIPLICAÇÃO: UMA FORMA DIVERTIDA DE PRATICAR A TABUADA EM CASA

Seu filho está aprendendo multiplicação e ainda precisa praticar bastante as tabuadas?
Que tal trocar alguns minutos de exercícios repetitivos por um desafio divertido de Matemática? 
O Caça-Multiplicação transforma a prática da tabuada em uma brincadeira na qual a criança precisa resolver operações e procurar os resultados no tabuleiro.
É uma proposta simples que pode ser utilizada tanto em casa quanto na escola.

🧠 COMO A BRINCADEIRA FUNCIONA?

A criança recebe uma ficha com uma multiplicação.
Por exemplo:
➡️ Resolve a operação.
➡️ Descobre o resultado.
➡️ Procura esse número no tabuleiro.
➡️ Marca o resultado encontrado.
➡️ Continua o desafio com uma nova ficha.
Dessa maneira, a criança pratica Matemática enquanto participa de uma brincadeira com objetivo e desafio.

✨ O QUE A CRIANÇA PODE DESENVOLVER?

Durante a atividade, ela poderá exercitar:
✔️ Tabuada
✔️ Multiplicação
✔️ Cálculo mental
✔️ Atenção
✔️ Concentração
✔️ Raciocínio lógico
✔️ Associação entre operação e resultado
✔️ Autonomia na resolução dos cálculos

🏡 COMO OS PAIS PODEM UTILIZAR?

Não é necessário transformar o momento em uma longa sessão de estudos.
Reserve alguns minutos e transforme o jogo em um pequeno desafio familiar.

💙 DESAFIO 1 — QUEM ENCONTRA PRIMEIRO?

Pai, mãe ou responsável também pode participar.
Cada participante recebe uma ficha, resolve a multiplicação e procura rapidamente o resultado no tabuleiro.

💛 DESAFIO 2 — VAMOS SUPERAR MEU RECORDE?

Registre quantas operações a criança conseguiu resolver corretamente.
Depois de alguns dias, repita o desafio e compare os resultados.
O objetivo não precisa ser competir com outra pessoa. A criança pode competir com seu próprio desempenho anterior.

💚 DESAFIO 3 — EXPLIQUE COMO VOCÊ PENSOU

Depois de encontrar o resultado, peça:
“Como você descobriu?”
Essa simples pergunta ajuda a criança a explicar seu raciocínio e perceber diferentes estratégias para resolver uma multiplicação.

🚨 E SE A CRIANÇA AINDA TIVER DIFICULDADE?

Não transforme o jogo em uma cobrança.
Se uma multiplicação ainda não estiver consolidada, aproveite o momento para revisar o conteúdo, utilizar materiais concretos e construir estratégias de cálculo.
O mais importante é que a criança compreenda que errar faz parte do processo de aprendizagem.

🎲 APRENDER BRINCANDO TAMBÉM É APRENDER

A Matemática pode ser desafiadora, mas não precisa ser cansativa.
Com atividades lúdicas, a criança encontra oportunidades para praticar os conteúdos, testar estratégias e perceber seus próprios avanços.
O Caça-Multiplicação é justamente uma proposta para tornar esse momento mais leve e participativo.
📥 Material em PDF, pronto para imprimir e brincar!

🛒 COMO ADQUIRIR

Loja Pedagógiccos na EducaMarket:

E também através do link disponível na bio e nos destaques do Instagram, no canal do Telegram e no canal do Instagram.

Prepare o tabuleiro, separe as fichas e comece a caça! 

Professora Giselle Farias
Ensinar, aprender e brincar podem caminhar juntos!